A vi da janela. A grama estava verde refletindo os raios do sol em todo seu explendor, o dia quente e o ceu imensamente azul, até olharia as nuvens não fosse sua beleza la embaixo.
Gosto quando põe o cabelo atraz da orelha. Ela esteve la a manhã toda, com seus cabelos mais dourados que o sol e seu vestido branco demonstrando a velocidade do vento. Um babdo a frente, seus lindos seios que afogam, que tiram o folego, pareciam agradar as flores. Talvez ela não soubesse que eu a observava, ou talvez saisse apenas quano eu estava.
Sua pele com sardas de um branco puro, lisa, macia, à espera de carinho, à espera de meus labios.
Ela levanta-se e passa os pulsos na testa enxugando o suor, ao que parece sorri para mim.
Poderia ser assim todos os dias de minha vida, não preciva dela em minha cama, só essa expectativa já me fazia sentir vivo, essa beleza já me deixava pleno de minha vivacidade, de meus desejos, de toda a vida que existia entre momentos como estes. Ela me olha e acena com o sorriso lindo que iluminava mais ainda este dia.
Era a vida perfeita, casar-se com ela, transar noites inteiras, ter filhos, ter com quem compartilhar um dia de trabalho, os problemas da vida, ter coxas quentes para acariciar quando carente.
Tudo perfeito, todos os dias seriam ensolarados, as crianaças iriam para escola denxando-a preocupada, veriamos da janela elas indo, poderia abraça-la por traz e faria-mos amor como dois adolecentes.
Este devaneio pode ter durado alguns segundos e foi o suficiente para que ela sorrisse para outro, seu namorado que agora rolava na grama com a mulher que mais amei.
Agora chove todos os dias.
